26 de maio de 2017

Não há pachorrinha!


Chatos. Cambada de gente chata que tem mais mau gosto que o raio. É isso que vocês são!
Já cá estou, contentinhos?!
Eu acho a coisa mais rançosa amorosa que vocês peçam mais posts, sério mesmo, mas pedirem regularidade por aqui... Pá, sejam ambiciosos e peçam logo que eu vá a Fátima de joelhos. Não sei, ponham a febrinha toda no assador de uma vez.
Não vos devia dizer nada para não saberem que me têm na mão, mas é verdade verdadinha que quase todos os dias tenho tentado escrever. Tenho uma mão cheia de rascunhos do lado de cá, na despensa que cheira a queijo, a azeitona e a rato, mas sempre que os releio a ver se posso pegar em alguma coisinha dali percebo que estão tão docinhos tão docinhos que o Hitler iria parecer um puto ingénuo ao pé da minha delicadeza.

17 de maio de 2017

Finalmente livre de arames!

Tal como vos tinha ameaçado aqui, assim que me livrasse do arame farpado vos mostrava o resultado e cá estamos. 
Comecei a encher esta boquinha santa de aros e brackets em julho do ano passado e esta segunda-feira dei fim aos procedimentos de tortura. 
Nunca me pude queixar muito, os resultados eram visíveis todos os meses, o que dava aquela motivação, não fiz demasiadas feridas, não ganhei tiques escandalosos e a verdade é que acho que até nem me ficava mal.... Belo ego, estou espantada.
Como a minha mordida sempre foi alinhada, o meu problema estava no apinhamento dos dentes da frente. Expliquei melhor aqui.
Eu era aquilo a que se chama um anjo que caiu do céu... de boca.

4 de maio de 2017

Auto de Ocorrência a 04 de Maio de 2007

Se vos devo explicações? Óbvio! Não é permitido deixar um tabernão desta qualidade ao abandono por tanto tempo. Deixem vir aí a ASAE e eu logo conto como é que elas mordem!
Deixei a porta escancarada e nem um pires de tremoço no balcão. Isto merece chibatada no lombo e uma barata na sopa. Façam o que entenderem, um gajo tem sempre aquilo que merece....

Em minha defesa e a ver se me redimo, deixem-me desfiar aqui um pedaço daquilo que foram os últimos dois meses. Até levantaram as orelhinhas, suas velhas gaiteiras! Não há quem vos ature.